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CONVITE

 

A ESCOLA DE ARTE DRAMÁTICA (EAD) DA ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES (ECA) DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)

 

APRESENTA

UM HOMEM É UM HOMEM

 

Galy Gay, um homem em meio a guerra, estivador do porto de Kilkoa que só bebe socialmente, não fuma e, pode-se dizer, não tem nenhum vício. Um sujeito engraçado que não sabe dizer “não” saiu de manhã para comprar um peixe pequeno, a tarde já possuía um grande elefante e a noite foi fuzilado?

Não era Galy Gay, era um outro.

Galy Gay será desmontado e depois, sem que dele nada se perca, será novamente remontado, pois o senhor Bertolt Brecht pode provar que qualquer um pode fazer de um homem (cujo nome não deve ser mencionado) o que deseja. Em uma brincadeira em troca de um charuto estava disposto a esquecer até o nome da mãe. Soldados tomaram conta dele, pois, por acaso, não sabiam onde o colocar. Não foi um grande crime o que cometeu esse que era o homem indicado para qualquer tipo de negócio. Não foi um qualquer enquanto viveu: carregava pepinos por gorjeta, era membro do clube de lutadores de Kilkoa, tinha pés chatos e também outras coisas que é melhor não mencionar. Um sujeito útil e por isso utilizável que perdeu-se falando demais, mas um homem é um homem e por isso precisou ser fuzilado.

Para ele tanto fazia, desde que tivesse um cheque.

O senhor Bertolt Brecht espera que observem o solo em que pisam como neve sob os pés se derreter e que vendo em Galy Gay o desejo de enfiar os dentes na garganta do inimigo, finalmente compreendam como é perigoso nesse mundo viver.

A montagem enfatiza o jogo de composição a partir da adaptação da obra de Bertolt Brecht usando da tradução de Fernando Peixoto e da versão de Paulo José para o Grupo Galpão.

Direção: Cristiane Paoli Quito

Preparação Corporal: Tarina Quelho

Atores-criadores: Carlo Porto; Carolina Borelli, Ediana Souza, Guilherme Zanela, Igor Amucho, Ingrid Estevez, Juliana Lourenção, Kall Andrade, Laís Trovarelli, Lucas Gorbucci, Lucas Wickhaus, Monalisa Silva, Paulo Gonçalves, Vanessa Balsalobre, Vinicius Albano, Wellington Landim, Wesley Monteiro.

Piano e arranjos: José de Mattos Neto

Cenografia: Turma 67 e Cristiane Paoli Quito

Cenotécnicos: Zito Rodrigue e Nilton Ruiz Dias

Iluminação: Denilson Marques

Operação de luz: Vinicius Bogas

Montagem de luz: Mário de Castro e Denilson Marques

Figurino: Turma 67 e Cristiane Paoli Quito

Confecção de figurinos: Silvana de Carvalho

Ilustração: Carolina Borelli

Projeto gráfico: Carolina Borelli, Lucas Corbucci e Zé Vicente

Produção Executiva e bilheteria: Bertha S. Heller

Professores colaboradores: Antônio Rogério Toscano, Carmina Juarez e José Fernando Peixoto de Azevedo.

Agradecimentos aos parceiros, Jéssica Nascimento e Gian Mellone e a loja de calçados Porto Free

 

SERVIÇO

 

DE 01 a 17 de dezembro de 2017

Terça a sábado às 21h e domingos às 20:30h

(dia 05/12 não haverá espetáculo)

 

TEATRO LABORATÓRIO ECA – Sala Alfredo Mesquita – Rua da Reitoria, 215 (travessa da Av. Prof. Luciano Gualberto) – Cidade Universitária – fone 3091-4376

 

ENTRADA GRATUITA

A bilheteria abre 1 hora antes do espetáculo

Espetáculo recomendado para maiores de 14 anos

 

DURAÇÃO 90 MINUTOS

 

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