Termina hoje o 18º SIICUSP Humanas/Humanidades

Acompanhe  a programação de encerramento do SIICUSP (Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP).

 
 
 
 
O evento é dividido em quatro grandes áreas do conhecimento e a ECA sedia a parte de Humanas/ Humanidades.
A abertura de cerimônia contou com a execução dos  hinos Nacional e da USP e com a presença do diretor da ECA, Mauro Wilton de Sousa, da professora Maria Ines Rocha Santoro, coordenadora do Programa de Iniciação Científica da USP, do professor Marco Antonio Zago, pró-reitor de Pesquisa da USP, da presidente da Comissão da Pesquisa ECA Maria Cristina Costa e do professor Luiz Cláudio Mubarac, vice-presidente da Comissão de Pesquisa da ECA.
 
Também estiveram presentes as delegações estrangeiras  vindas dos Estados Unidos, Portugal e Canadá.  O Grupo Instrumental do Departamento de Música  (CMU/SP) encerrou a cerimônia com a apresentação musical.
 
A professora Maria Ines Rocha Miritello Santoro, coordenadora do Programa de Iniciação Científica da USP, falou com o LAC logo após a abertura.
 
LAC- Como funciona o SIICUSP?
 
Maria Ines -O SIICUSP  é dividido em quatro grandes áreas: Biológicas/ Humanas/ Agrárias/ Exatas e Engenharia. É um evento muito grande, cada área tem uma comissão que organiza sua parte. Hoje (16/11) de manhã, por exemplo, teve a sessão de abertura da área de Exatas na Poli, e no período da tarde a área de Humanas aqui na ECA, amanhã (17/11)  em Ribeirão Preto ocorre a abertura da  área de Biológicas, e  no dia 18, a abertura da parte agrária em Piracicaba, na ESALQ. 
 
LAC - Qual a importância dos alunos desenvolverem um trabalho de  iniciação científica?
 
Maria Ines - A importância é vital, porque o programa de iniciação científica foi criado para treinar alunos ainda durante a graduação para fazer pesquisas, formar pesquisadores. A Pós-Graduação cresceu no Brasil, dentre outras razões, pelo fato dos alunos que fizeram uma iniciação científica muitas vezes prolongarem o mesmo trabalho e poderem defender a dissertação de mestrado ainda jovens e entrarem mais cedo no doutorado. Isso é muito importante porque um doutor jovem tem muito tempo de produção cientifica ainda, então é um programa fundamental. Existe um movimento e uma tendência que a iniciação se transforme como disciplina obrigatória ou optativas nos cursos da universidade.
 
LAC – Quantos trabalhos serão apresentados?
 
Maria Ines - No primeiro simpósio, de 1993 foram 393. Neste ano, serão cerca de 4.700 trabalhos. Um crescimento surpreendente.
 
 
Por Mateus Luiz de Souza