"Diversidade em Ciência" traz entrevista sobre gêneros musicais de Cabo Verde

14/10/2017 14:00
14/10/2017 15:00

No Diversidade em Ciência desta semana, Ricardo Alexino Ferreira entrevista a jornalista e antropóloga Gláucia Aparecida Nogueira que irá falar sobre os gêneros musicais cabo-verdianos como patrimônios imateriais. A entrevista vai ao ar no sábado, dia 14, às 14 horas, na Rádio USP.

Gláucia, que é brasileira, mas vive há décadas em Cabo Verde, apresenta na entrevista os oito gêneros que marcam a produção musical cabo-verdiana: morna; coladeira; funaná; batuko; mazurca; talaia baxu; valsa e samba. A música cabo-verdiana ficou bastante conhecida no mundo com Cesária Évora, intérprete do gênero morna. Atualmente, uma nova geração tem difundido ainda mais a música de Cabo Verde pelo mundo, como é o caso de Maíra Andrade e outros.


Glaucia Nogueira fala sobre a música de Cabo Verde em entrevista ao Diversidade em Ciência

A entrevistada é autora dos livros Cabo Verde e a música: dicionário de personagens (lançado pela editora portuguesa Campo da Comunicação); Batuku de Cabo Verde (lançado pela editora cabo-verdiana Pedro Cardoso); O tempo de B-Leza: documentos e memórias (lançado pela Biblioteca Nacional de Cabo Verde) e a edição independente Notícias que fazem a história: a música de Cabo Verde pela imprensa ao longo do século 20.

O seu livro mais recente Cabo Verde e a música: dicionário de personagens, abrange a música em Cabo Verde e nas suas comunidades emigradas desde meados do século XIX, destacando desde os primeiros registos até o momento atual. Na obra, são mais de 900 verbetes, em cerca de 800 páginas.

Gravado nos estúdios do Departamento de Comunicações e Artes (CCA), o Diversidade em Ciência é um programa de divulgação científica, voltado para as ciências da diversidade e direitos humanos e vai ao ar toda segunda-feira, às 13 horas, com reapresentação aos sábados, às 14 horas. Tem direção e apresentação do professor Ricardo Alexino Ferreira e operação de áudio de João Carlos Megale.

Texto e foto: Ricardo Ferreira