Docentes da ECA são nomeados em órgãos da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão

No último dia 7 de maio, Marco Antonio Silva Ramos, docente do Departamento de Música (CMU), foi empossado diretor do CoralUSP. O docente, que é responsável pelas disciplinas de canto e regência coral, também coordena as atividades do Comunicantus: Laboratório Coral, que agrega seis diferentes corais-laboratórios.

Em sua trajetória, Ramos possui graduação em Música (composição), mestrado em Artes, cuja temática é Canto Coral: do repertório temático à construção do programa, e doutorado em Artes com a tese Missa Guaimi: Três discursos sobre composição musical, todos realizados na ECA. A livre-docência, também junto à ECA, foi realizada com a tese O ensino da regência coral (2003), sendo professor titular, desde 2011, em regência coral. Atua principalmente nos seguintes eixos temáticos: canto, regência musical, análise musical para performance, composição, música brasileira e o uso musical do silêncio. Na pós-graduação, seu foco é a análise para performance e o uso musical do silêncio, orientando também no ensino do canto e da regência coral e musicologia – repertório do coral brasileiro.

Como regente coral, realizou apresentações em diversos estados brasileiros e também em países como: Argentina, Áustria, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Hungria e Portugal. Colaborou também com a fundação e direção do Coral do Museu Lasar Segall, Studio Coral-Vozes femininas, Madrigal (CMU), também colaborando em coros escolares.

O CoralUSP foi criado em 1967 pelo maestro Benito Juarez e por José Luiz Visconti, então diretor do Grêmio Politécnico. Inicialmente denominado Coral Universitário Poli-Enfermagem e integrado por alunos dessas respectivas Escolas, no entanto, logo se abriu à comunidade universitária e geral, incluindo-se, em março de 1971, à Reitoria da Universidade, como Coral Universidade de São Paulo (CoralUSP). Hoje, o projeto engloba 15 grupos e duas oficinas coral sediados na Cidade Universitária, na Faculdade de Direito, na Casa Dona Yayá e no Centro Universitário Maria Antônia, sob a direção de sete regentes corais, totalizando, aproximadamente, 560 coralistas. Desde 1989 até o momento atual, o coral compõe os quadros da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP.


Docentes da ECA, Lúcia Maciel e Marco Antonio Ramos são nomeados em órgãos da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. Foto de Lúcia Maciel: IEA-USP

Professora do CBD é anunciada vice-diretora do Centro Universitário Maria Antônia

No dia 25 de abril, a docente Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira, do Departamento de Informação e Cultura (CBD), foi nomeada a nova vice-diretora do Centro Universitário Maria Antônia (CEUMA). O centro é  responsável pela promoção de exposições de arte moderna e contemporânea, cursos na campo das humanidades, seminários, debates e outros eventos, com notoriedade para a conversa entre os diferentes linguagens artísticas.

Além de docente e pesquisadora do CBD, Lúcia também atua no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), tendo como linha de pesquisa à Ação e Mediação Cultural. Graduada em História pela USP, é mestre em Ciências da Comunicação com a dissertação Nossos comerciais, por favor! O programa Flávio Cavalcanti e a Escola Superior de Guerra e doutora em Ciência da Informação com a tese Corpos Indisciplinados: ação cultural em tempos de biopolítica, ambas pela ECA.

Atuando na área de ação cultural, política cultural e apropriação social da informação, integra o grupo de estudo Humanidades Computacionais, no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP. Em 2016, por meio do Programa Ano Sabático da Pró-Reitoria de Pesquisa e do IEA, desenvolveu o projeto de pesquisa Dinâmicas culturais contemporâneas: imbricações entre singularidades, coletivos, tecnologias e instituições culturais na perspectiva do comum, que teve, entre seus resultados, o filme Dinâmicas, Flutuações e Pontos Cegos. A docente também desenvolve projeto de pesquisa denominado Que políticas culturais para o século XXI?.

O CEUMA está instalado nos edifícios históricos que sediaram a antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP (FFCL). Atendendo um público diversificado, o órgão contém um programa de exposições de arte com aproximadamente 20 mostras por ano, com a diretriz geral de reunir artistas contemporâneos de diferentes gerações, além de mostras sobre arquitetura e retrospectivas que visam falar sobre o passado da arte brasileira.