Cibernética Pedagógica - Laboratório de Linguagens Digitais - LLD

 

Doutorado na Massey University (Auckland).

A pesquisadora do Grupo Cibernética Pedagógica - Amanda Aggio 

Amanda encontra-se na Nova Zelândia para realizar Doutorado na Massey University (Auckland). Por um período de, pelo menos três anos, ela estará dando continuidade ao trabalho desenvolvido no Mestrado, que foi realizado na PUC/São Paulo. Sua pesquisa, voltada ao segmento infantil, intitula-se: "The child spectator as a viewing worker capitalized on the internet".  
Esperamos poder fazer trocas significativas com seus estudos lá desenvolvidos e desejamos sucesso na nova fase de sua vida acadêmica.
Grupo Cibernética Pedagógica - Laboratório de Linguagens Digitais: LLD.

 

Cibernética Pedagógica 2016

Saskia_Sassen.jpgEm visita a São Paulo, através da Fundação Tide Setubal, a socióloga holandesa, Saskia Sassen radicada nos EUA, faz palestra em Evento na cidade, e fala sobre as cidades, ela que é a criadora do termo “cidade global”.

À pergunta – o que é uma cidade? Ela afirma: “ A cidade é uma condição completa, complexa, sem controle. Na cidade tudo está misturado e , mesmo nas grandes cidades, como Nova Iorque, Londres ou São Paulo, o que importa são as localidades, que estão cada vez mais se organizando.

Nestes tempos de capacidades digitais é cada vez mais possível acessar a cidade, no sentido de pertencimento – esta também é minha cidade. Assim, com as novas tecnologias forma-se um tecido de comunicação importante, um mínimo de conectividade que leva a uma nova subjetividade: eu não estou sozinho.  

 

 

Cibernética Pedagógica 2015

 

Foto do laboratório (LLD) do Cibernética Pedagógica
 

Victor Barcellos é o mais novo membro do Grupo Cibernética Pedagogica. Aluno do Curso de Relações Publicas da ECA, desenvolve projeto de pesquisa de Iniciação Cientifica, do Programa Integrado de Bolsas da Reitoria da USP (vertente Pesquisa), sob orientação da Profa. Dra. Lucilene Cury, para estudar o caso das migrações latino-americanas no Brasil, especialmente o relacionado aos haitianos.

 

De agosto até o momento, realizou revisão bibliográfica de autores que versam sobre a globalização e os fluxos migratórios, além de participar de eventos com essa temática. Está adentrando a próxima etapa do projeto que consiste no levantamento de dados a respeito da migração haitiana para o Brasil e a identificação da situação deles no país. Ainda pretende visitar organizações que os apoiam e realizar entrevistas com os imigrantes. Ao término, o trabalho será apresentado no Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP.

 

 

MESTRADO DE MAURICIO FELICIO
"Direito ao Esquecimento e as Estruturas Técnicas de Memória”

 

Na tarde de 24 de setembro, a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo abriu suas portas para a apresentação da pesquisa de mestrado de Maurício Barbosa da Cruz Felício, sob a orientação da Profª Dra. Lucilene Cury, intitulada "Direito ao Esquecimento e as Estruturas Técnicas de Memória”.

 

O projeto de pesquisa passou por ajustes ao longo dos últimos dois anos, tendo gravitado questões como o empoderamento e as redes tecnológicas, encontrou no debate sobre a memória e o esquecimento individuais e sociais o seu campo fértil.

 

Ao longo de suas páginas, a pesquisa tratou de autores como Eugênio Trivinho, com seu pensamento sobre a Dromocracia; Fernanda Bruno e a conversão de dispositivos tecnológicos comunicacionais em dispositivos de vigilância; Viktor Mayer-Schönberger tratando da necessidade de poder escolher as memórias na era contemporâne; Eli Pariser e os filtros constitutivos das Bolhas de sentido e visão de mundo dos algorítmos disponíveis na internet; entre diversos autores.

 

Para avaliar a pesquisa realizada, fizeram parte da mesa julgadora o Prof. Dr. Artur Matuck; o Prof. Dr. Renato Bueno da Cruz, e a orientadora Profª Dra. Lucilene Cury, que presidiu a mesa e a sessão.

 

A arguição levantou temas relevantes como as correntes da cibernética e diferentes formas de considerar a aplicação da entropia tanto para o controle quanto para a liberdade sob os apontamentos do Prof. Dr. Renato Cruz.

 

Também foi possível debater sobre a questão do esquecimento e memória (da) técnica. Assim, sob a arguição do Prof. Dr. Artur Matuck, houve o zelo de ampliar ainda mais os debates sobre o tema ao questionar quem seria o agente que lembra. Seria o sujeito ou seria a estrutura técnica? Entre técnica e sujeito, houve a gratificação de se ver ampliar um debate profícuo que merece maior atenção da sociedade como um todo.

 

 

O LIVRO DE MARINA BIALER (*)

 

O livro de Marina Bialer, Das Narrativas de Sofrimento ao ‘Artismo’ no Espectro do Autismo reúne extenso material publicado em blogs, sites e livros pelos pais daqueles a que nossa sociedade convencionou chamar de autistas. Não se trata de um livro teórico. Bialer não interpreta, não recorre a teorias. E, curiosamente, esta é a mais surpreendente qualidade de seu livro. Sendo psicanalista e pesquisadora do tema, sua opção pela apresentação não teórica revela-se, no decorrer da leitura, uma estratégia das mais interessantes para a entrada no universo do autismo. São os relatos dos próprios autistas e de seus pais que abrem, para o leitor, a porta deste universo. Uma porta pela qual o leitor é convidado a entrar com a condução delicada da autora, que se incumbe da difícil tarefa de apresentar a angustiante experiência dos pais diante de um filho com o qual parece impossível comunicar-se, o sofrimento e o desespero quase insuportáveis gerados pelos limites de contato impostos por um filho que parece inacessível em seu isolamento autista. Da maneira mais contundente, nos aproximamos do sentimento de decepção, frustração e desesperança experimentados pelos pais na busca de um lugar de escuta e acolhimento para seu sofrimento. E rapidamente compreendemos que escrever não é apenas uma forma de compartilhar tais experiências, é também a saída que estes pais encontraram para dar um destino a suas próprias angústias. A autora mostra, com extrema sensibilidade, que não há receitas a seguir, a não ser a da persistência e aposta no filho; uma maneira de lembrar que é possível combater prognósticos sombrios e limitadores com muito trabalho e desejo.

 

(*) Marina Bialer - Pesquisadora do Grupo - é Psicanalista, Psicóloga pela USP, Especialista em Psicologia pela Unifesp, Master em Lettres, Langues, Sciences Humaines et Sociales pela Université Paris 7 Denis Diderot, Doutora em Psicologia Clínica pela USP, Doutora em Recherches en Psychopathologie et Psychanalyse pela Université Paris 7 Denis Diderot, com Pós-doutoramento pelo LEPSI-Faculdade de Educação da USP. 

 

 

DOUTORADO DE CARMEN MELGES GATTÁS
“NOVAS MEDIAÇÕES NA INTERFACE COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO: a Educomunicação como proposta para uma Educação Ambiental transformadora”

 

Carmen Melges Gattás – Pesquisadora do Grupo Cibernética Pedagogica – defendeu sua Tese de Doutorado, sob a orientação da Profa. Dra. Lucilene Cury

 

A investigação teve como objetivo buscar uma educação ambiental crítica, dialógica e democrática, capaz de potencializar a mudança de hábitos e comportamentos, melhorando a qualidade de vida em nosso planeta. A educação ambiental surge comprometida com a proteção da vida na Terra, reconhecendo o papel central da educação na formação de valor e para a ação social. Partiremos de uma concepção complexa e sistêmica da sustentabilidade, chegando a ideia de sustentabilidade humanista. Na USP, a Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) lançou em 2013 o Programa de Incentivo à Sustentabilidade da USP, com o intuito de apoiar projetos que tivessem como objetivo a promoção da educação visando à sustentabilidade para construir de forma participativa uma Universidade sustentável, como modelo para a sociedade brasileira. Um dos projetos aprovados, “A ECA e a EACH em união para a sustentabilidade na USP”, criou a disciplina “Educomunicação Socioambiental” no Curso de Educomunicação (ECA/USP), colocando em prática a reflexão sobre os fundamentos e as implicações da Educação Ambiental e produzindo um ecossistema comunicativo capaz de dialogar com as práticas ambientais.

 

Concluiu-se que a Educomunicação Socioambiental tem um grande potencial para desenvolver uma EA eficiente, capaz de transformar hábitos e comportamentos. Ao introduzir o diálogo, empoderando a comunidade e desenvolvendo o protagonismo nos processos de reflexão e produção, ela facilita o intercâmbio de experiências, garantindo uma comunicação participativa e cidadã, capaz de contribuir para a preservação dos recursos naturais.

 

 

Cibernética Pedagógica 2014

 

Pesquisadores do Grupo - Profa. Dra. Lucilene Cury e Marcos Jolbert - da POLI/USP - publicam artigo intitulado: " A Universidade de Hoje: Riscos e Desafios ", no livro  Construyendo la nueva enseñanza superior - da Mc Graw Hill Education, lançado em Madri.