Educomunicação é o novo curso de graduação

 
A Licenciatura em Educomunicação  terá o seu início em 2011 no Departamento de Comunicações e Artes (CCA) da ECA.
 
Tem por objetivo preparar um profissional para atender as múltiplas demandas dos setores da sociedade relacionados à interface comunicação/educação, podendo atuar em três âmbitos: magistério, consultoria e pesquisa.
 
 
 
Além de docente, o educomunicador será preparado também para cumprir as funções previstas na pauta de produção da mídia quando o assunto for educação. Os candidatos serão selecionados pelo  vestibular da FUVEST, cujas inscrições começam no dia 27 de agosto e terminam no dia 10 de setembro.
 
Ainda pouco conhecida, a nova proposta propõe abrir um campo diferenciado de atuação do profissional: o educomunicador  será simultaneamente um professor de comunicação e um consultor em projetos na interface comunicação/ tecnologias/educação. É o que explica o professor Ismar de Oliveira Soares, chefe do Departamento de Comunicações e Artes e responsável pelo novo curso.
 
Área de atuação do educomunicador
 
Conforme o professor Ismar, o educomunicador pode atuar na área de mídia, veículos impressos, emissoras de rádio e de TV, além dos centros produtores de material destinado ao ensino, como documentários, programas culturais, ou mesmo os telecursos.
No âmbito da consultoria, o educomunicador exercerá função de analista e assessor de organizações do terceiro setor, de veículos de comunicação, de empresas, de estabelecimentos de ensino e dos organismos públicos, no planejamento e implementação de projetos na interface comunicação/educação.
 
Perfil do novo profissional
 
O educomunicador irá exercer atividades de caráter transdisciplinar tanto na docência quanto na coordenação de trabalhos de campo, na interface comunicação/educação. Nos dois casos, espera-se deste profissional a habilidade para administrar conflitos e para encontrar soluções que melhorem os processos educativos, sejam os formais (escolares) ou os não formais (desenvolvidos pelas ONGs) e informais, implementados pelos meios de comunicação voltados para a educação, afirma  Ismar de Oliveira.