Como a intersubjetividade se manifesta na arte; conheça o livro “A dança do fantástico”

Quantos, desde Ulisses e de Aquiles, cantaram e influenciaram o produtor Homero e quantos existem de fato dentro dele, em seu poema-mundo? 

Esse é a pergunta que tenta responder o diretor, roteirista e professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão (CTR) Rubens Rewald em seu novo livro A dança do fantástico – autor-espectador. A obra é um mergulho na intersubjetividade presente em todo trabalho de arte. “Aqui, o local da cultura é a linguagem sonhada entre os homens, que é, desde a sua raiz, múltipla, mais de um”, diz Tales Ab’Sáber no prefácio. 

“Rubens ensaia, de modo completo incompleto, uma contribuição, um jogo e um poema, nessa tradição da sensibilidade para a experiência e sua comunidade. E de seus nomes, que pertencem mais a todos do que a um.”

A dança do fantástico – autor-espectador é editado pela Editora Patuá e pode ser adquirido no site da editora.