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A partir do dia 27 de junho estarão abertas as inscrições para a 26ª edição do Programa Nascente, o maior concurso artístico da USP. Os alunos de graduação e de pós-graduação poderão concorrer em sete áreas: Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Design, Música Erudita, Música Popular e Texto. O Programa Nascente é coordenado pelo professor Luiz Claudio Mubarac, chefe do Departamento de Artes Plásticas (CAP).

Para a inscrição, os interessados devem preencher o formulário disponível no site do Nascente e anexar os arquivos solicitados. A premiação é de 4 mil reais por categoria, além da possibilidade de os alunos finalistas apresentarem os seus trabalhos em shows, concertos, apresentações, saraus e exposições em diversos centros culturais.

O Nascente foi criado em 1991, por uma iniciativa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU). Já contou com a participação de quase dez mil e revelou artistas como Luis Miranda, Flávia Junqueira e José Roberto Torero.

Segundo Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, Pró-Reitora de Cultura e Extensão Universitária, a ideia é valorizar a produção artística da universidade: “Pretendemos ampliar cada vez mais o Nascente, dando mais força a cada edição, para corresponder ao alto nível e ao grande volume de manifestações artísticas que encontramos entre os nossos alunos”.

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Até o dia 2 de julho, às 16h, estão disponíveis as inscrições do Edital nº12/2018 para o processo seletivo de contratação de um docente temporário como Professor Contratado III (MS-3.1, para contratados com título de Doutor) ou como Professor Contratado II (MS-2, para contratados com título de mestre) para atuar junto ao Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo (CRP).

O docente terá jornada de trabalho de 12 horas semanais no CRP, sendo responsável pelas disciplinas: CRP-0487: Elementos de Estatística no Turismo; CRP-0471: Finanças Aplicadas ao Turismo; e CRP-0479: Análise Macroeconômica do Turismo (segundo semestre); CRP-0474: Análise Microeconômica do Turismo; CRP-0488: Teorometria; e CRP-0350: Princípios da Economia Aplicados à Comunicação (primeiro semestre).

As inscrições deverão ser realizadas por meio do sistema de concursos docentes, sendo necessário que o candidato apresente requerimento dirigido ao Diretor da ECA, que contenha dados pessoais e área do conhecimento (especialidade) a que concorre, junto dos seguintes documentos: documento de identificação (RG, RNE ou passaporte), CPF (para candidatos brasileiros), comprovação do título de doutor (para Professor Contratado III) ou mestre (para Professor Contratado II) outorgado ou reconhecido pela USP ou de validade nacional.  

O processo ocorrerá por meio de avaliações sucessivas dos candidatos, reunidos de acordo com sua titulação. Em cada etapa, as provas serão realizadas na conformidade: Prova Escrita (peso 2) e Prova Didática (Peso 3). O programa base acompanhado da bibliografia necessária para ambas as provas podem ser conferidas no edital do concurso.

 

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O docente do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE), Ciro Marcondes Filho, publicou os livros Comunicação e Aventuras Estranhas – Ensaios sobre arte, cinema, filosofia e comunicação, e Esquecer Peirce?, ambos escritos por ele, e disponíveis na plataforma de Livros Abertos da USP. Marcondes desenvolve a estruturação de uma nova teoria da comunicação, que fornece os pilares para a constituição da área de comunicação nas ciências humanas através do amadurecimento do conceito de comunicação.

O livro Comunicação e Aventuras Estranhas – Ensaios sobre arte, cinema, filosofia e comunicação foi escrito a partir das aulas que o docente lecionava no Programa de Pós-graduação em Meios e Processos Audiovisuais (PPGMPA) na ECA, segundo o autor, a publicação propõe “uma discussão filosófica da comunicação”.

Dividido em quatro partes, o livro se destina a abordar as seguintes temáticas: uma "discussão sobre cinema e comunicação a partir de um comentário” do filósofo Henri Bergson em relação do cinema com a comunicação; a segunda parte se volta a noção da percepção a partir do ponto de vista do pesquisador francês, Merleau-Ponty; a terceira fala sobre a comunicação a partir dos estudos do filósofo britânico, Alfred North Whitehead; por fim, o livro aborda um debate sobre o livro O que é filosofia, de Gilles Deleuze, realizando comentário crítico sobre como os seres humanos encaram a questão da existência.


Ciro Marcondes Filho disponibiliza duas obras na plataforma de livros abertos da USP: Comunicação e Aventuras Estranhas – Ensaios sobre arte, cinema, filosofia e comunicação e  Esquecer Peirce?. Foto: Eduardo Peñuela

A segunda publicação, Esquecer Peirce?, junta outros trabalhos realizados por Marcondes anteriormente a respeito do filósofo americano Charles Sanders Peirce, como, por exemplo, o texto Os equívocos de Peirce publicado em 2004. Nesta obra, o docente se dedica a promover uma discussão acerca da “pertinência ou não de se estudar este autor da semiótica no campo da comunicação”.

Segundo o professor, a publicação dos livros e a disponibilização deles para download possibilita que os alunos e interessados tenham acesso direto e gratuito aos livros, sem que esses percam a sua atualidade “A ideia é democratizar essa produção, para que as pessoas tenham acesso”, conclui.

Ciro Marcondes Filho é graduado em ciências sociais e jornalismo pela USP, doutor pela Universidade de Frankfurt, pós-doutor pela Universidade de Grenoble (França), titular da Cátedra UNESCO José Reis de Divulgação Científica, atuando como professor titular da ECA desde 1987.

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição de 2018 do Programa USP iFriends, dirigido aos alunos de graduação. Este é um programa de voluntariado da Agência USP de Cooperação Nacional e Internacional (AUCANI), que visa integrar os estudantes estrangeiros à comunidade USP.

Essa aproximação é conduzida pelo Amigo USP, um aluno regularmente matriculado e inscrito no programa. Os interessados devem inscrever-se no menu do Sistema JupiterWeb até o dia 10 de agosto.

Após a inscrição, o aluno poderá escolher seu iFriend dentre aproximadamente 700 intercambistas registrados. Em seguida, terá acesso ao contato do estudante estrangeiro, o qual receberá um e-mail com o contato de quem o selecionou.

As atividades do Amigo USP são de auxílio ao intercambista na chegada e na estadia no Brasil. Estão inclusos a recepção no aeroporto ou a orientação até o local desejado, a ajuda na busca por moradia, na legalização da estadia, na orientação acadêmica, no idioma e na integração cultural, como ensinar a usar o transporte público e acompanhar em eventos culturais.

Em caso de dúvidas, entrar em contato via ifriends@usp.br ou pela página do Facebook.

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O trabalho de conclusão de curso Amulherar-se: o repertório passado de mãe para filha na construção da sexualidade feminina, de Gabriella Garcia Sanches Feola, ex-aluna de jornalismo da ECA, ganhou o primeiro lugar na premiação da Expocom (Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação) da Intercom Sudeste 2018, na categoria Jornalismo, subcategoria de livro-reportagem.

Gabriella foi orientada pela professora Eun Yung Park, do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE), para o projeto que resultou no livro Amulherar-se.


Versões impressas do livro Amulherar-se: o repertório passado de mãe para filha na construção da sexualidade feminina, de Gabriella Garcia Sanches Feola. Foto: Divulgação

Amulherar-se conta as histórias de mães e filhas de quatro famílias reais. Larissa não queria que a mãe sofresse com os comentários homofóbicos da cidade pequena. Beatriz tinha desejos sexuais e sentia que era pecado. Lola, sua mãe e sua filha não sentiam que eram as mulheres que deviam ser. E Maria José criou as filhas para serem fortes.

A intenção era falar de situações simples do cotidiano para mostrar como a construção da sexualidade acontece o tempo inteiro. “Porque as filhas crescem e começam a reeducar a mãe e começam a se reeducar por outras maneiras”, explica Gabriella, usando como referência as histórias do livro.

A jornalista conta que antes de entrar na universidade, não entendia por que as revistas masculinas eram tão diferentes das revistas femininas. “Eu era inconformada que o meu irmão tinha revistas VIPs, eu adorava ler as VIPs dele e achava muito chatas as revistas femininas”, conta.

Já estudando jornalismo, Gabriella começou a escrever sobre sexualidade e passou a entender o feminismo de uma maneira mais crítica, algo que não circula de forma igual entre todos na sociedade. Desse modo, ela desejava ter uma base para discussão. “Porque, às vezes, a gente fala uma coisa e acha que está óbvio”, mas nem sempre faz sentido para todo mundo. “Eu queria que a minha mãe pudesse enxergar o que eu enxergava em termos que não fossem da bolha também”, conclui.

Amulherar-se ficou entre os finalistas juntamente com os livros As contribuições do repórter Altino Correia para o jornalismo regional, de Anne Abe, Confrontos Urbanos: casos skinheads de Mogi das Cruzes, SP, de Lilian Pereira, Estilhaços – a violência contra mulher em perfis, de Luana Mota, e Quitérias, de Manuela Rocha.

A obra premiada na etapa regional vai ser apresentada na etapa nacional, que acontece em Joinville, Santa Catarina, em setembro deste ano.