Revista Aspas discute cultura, gênero e raça em nova edição

Está disponível o volume 8, número 1 da Revista Aspas, uma publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC). Neste número, estão sendo discutidos cultura, gênero e raça.

No editorial, Flaviana Benjamin e Matheus Cosmo, mestranda e mestre em Artes Cênicas pelo PPGAC, afirmam, no editorial, que há três contribuições-chave nesta edição: o artigo de Nina Caetano, professora da Universidade Federal de Ouro Preto, em que reflete a partir da ação performativa Espaço do Silêncio sobre como essas ações podem ajudar a “construir possibilidade de rexistência de nós mulheres”.

Outra contribuição destacada está no trabalho Transgêneros teatrais: práticas de liberdade na cena brasileira de Manoel Silvestre Friques, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Segundo Flaviana Benjamin e Matheus Cosmo, o autor dá pistas de tentativa de novos olhares para a teoria teatral ao usar a perspectiva da teoria queer.

E, na terceira peça-chave, Dodi Leal, professora da Universidade Federal do Sul da Bahia, reflete sobre o potencial performativo da luz cênica como forma de “expressão das visualidades de desobediências de gênero”. Ela parte da crítica da transexualidade, que reduz a transgeneridade à modificação corporal.

Capa do volume 8, número 1 da Revista Aspas

Minha vida em cor de rosa, [Des]velhecer, uma reflexão sensório-cênica sobre a mulher e o envelhecimento, O corpo materno como provocação entre o público e o privado, Quando os anormais vão para a escola e Carta para Judith Butler são alguns dos outros trabalhos que ganharam espaço na revista.