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Richard Octaviano Kogima, aluno do Departamento de Música (CMU), do quarto ano do bacharelado em piano sob orientação do professor Eduardo Monteiro, recebeu o Primeiro Prêmio do 5th Andrews University International Piano Competition. Como parte do Prêmio, Richard fará, em outubro deste ano, uma performance como solista com a Andrews University Symphony Orchestra, no Howard Performing Arts Center em Berrien Springs, Michigan (EUA). A prova final da competição aconteceu no dia 8 de abril, no Howard Performing Arts Center, em Michigan. Richard apresentou as peças “Après Une Lecture Du Dante” - Fantasia Quasi Sonata, de F. Liszt; Etude de Concert Op. 40 No. 3 "Toccattina", de N. Kapustin e Concerto Para Piano e Orquestra Op. 18 no. 2 (Movimento I – Moderato), de S. Rachmaninov.
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Richard Kogima e Marcelo Martins, pianista que o acompanhou no concurso
Esta foi a primeira vez que Richard ganhou o primeiro lugar em uma competição internacional. Para ele, prêmios como esse são importantes tanto como impulso à carreira artística quanto como incentivo aos estudos. “Nós, pianistas, sabemos da importância de eventos desta natureza para impulsionar uma carreira artística no cenário internacional. Mas, acima de tudo, competições são boas porque nos fazem estudar mais, de maneira intensa, de modo que estes eventos proporcionam um crescimento e amadurecimento musical muito grandes”, conta. Para o pianista, sua preparação, permeada por muito estudo e pequenas performances anteriores ao concurso, foi essencial. Ele também destaca a participação do professor Eduardo Monteiro, cujas orientações auxiliaram-no a aperfeiçoar seu desempenho. “Como o Eduardo toca boa parte do repertório que apresentei na competição, ele pôde me instruir de maneira detalhadíssima, e foi ótimo estudar e me apresentar sabendo exatamente o que fazer em cada compasso, cada nota”, diz Richard.
Richard e amigos após a premiação
Em outubro, no concerto com a Andrews University Symphony Orchestra, Richard fará o solo do concerto para piano e orquestra no. 2 Op. 18, de Sergei Rachmaninov. Esta é a realização de um sonho, segundo o músico. “Poder levar esta peça como repertório do concurso e receber, com o prêmio, a oportunidade de apresentá-la com a Orquestra é de fato muito especial. Poder fazer música com mais pessoas sempre é muito valioso para os pianistas, que em geral passam muito tempo sozinhos com o instrumento”, explica.
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